Em dia com a manutenção do box!

Aposto que você nunca se deu conta de que seu box precisa de manutenção preventiva, apesar de muito necessário pouco se fala sobre isso. Geralmente procuramos assistência quando o box já não está funcionando como deveria, e mesmo assim tem gente não procura assistência, por achar que é normal que com o tempo o box deixe de ser como sempre foi.

Já ouviu alguém comentar que a porta do box quebrou sozinha? Pois é, isso acontece muitas vezes por falta de manutenção.

O box, assim como todos os tipos de vidros móveis (portas, janelas, coberturas retrateis, etc…), precisa de manutenção preventiva a cada 12 meses.

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Box conventional de canto – cor branca

Isso porque o conjunto (vidro e sistema) vai se desgastando com o uso, pode sair do alinhamento dependendo de como é manuseado, ele junta poeira nas roldanas e pode dificultar a movimentação da porta, o silicone pode se soltar… Enfim, são diversos os motivos que fazem da manutenção algo muito importante para a segurança do box.

Você já fez alguma manutenção? Se não, procure uma loja que faça instalação de box e peça uma manutenção, ela tem um custo mas é necessária para a sua segurança. Veja abaixo algumas características que mostram que seu box precisa urgentemente de manutenção:

  • Porta abrindo ou fechando com dificuldade, ou abrindo/fechando sozinha;
  • Guia inferior da porta quebrada ou com flexibilidade excessiva;

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  • Batedor inferior ou superior quebrados;
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Batedor é o que limita a abertura do vidro.
  • Excesso de balanço do conjunto;
  • Contato do puxador da porta com o vidro fixo;

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  • Porta raspando no chão;

A manutenção tem que ser periódica, porque os desgastes estão sempre acontecendo. Apesar do vidro temperado ser 5 vezes mais resistênte que um vidro comum ele ainda sim pode quebrar e não só por pancada, se ele corre em um trilho que está fora de prumo o trilho “entorta” o vidro e essa força sozinha pode causar a ruptura.

E apesar do vidro temperado ser menos cortante que o vidro comum, ele corta sim e pode causar ferimentos e às vezes deixar sequelas.

*Se a porta for de correr, ou com porta pivotante que abre para fora é possível utilizar um vidro temperado e laminado, eliminando o risco de cortes em caso de quebra.

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Além do uso, o que pode ocasionar a quebra é uma instalação mal feita ou um vidro mal temperado. Por isso é sempre melhor optar por produtos certificados (há muitas beneficiadoras certificadas pelo Inmetro) e profissionais de confiança para fazer a instalação.

Em uma manutenção de rotina é feita a troca das roldanas que fazem a porta correr, a regulagem das portas para que fiquem sempre alinhadas corretamente, teste de vedação do silicone (para ver se a água está vazando para fora do box) e substituição de peças quando necessário.

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Box Elegance – Ideia Glass

Ah mas como lembrar de dar manutenção todo ano? Eu sugiro criar um lembrete no calendário do e-mail ou celular, coloca junto com a troca do filtro! 😉 Mas não deixe de fazer! Chame a empresa e peça que ela dê manutenção em todas as portas de vidro temperado.

O preço médio da manutenção é de R$200,00 (para um box, negocie os outros!!), mas se houver troca de alguma peça esse preço é cobrado à parte.

*Falei muito de box de correr, mas box com porta pivotante também precisa de manutenção preventiva! 

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{Adegas de vidro}

O vinho é cada vez mais apreciado pelo brasileiro, e o crescimento do hábito de tomar vinho reflete diretamente no projeto de novas residências.

Adega para vinhos é um ítem que aparece cada vez mais em residências, seja ela climatizada ou não o espaço dedicado ao vinho ganha destaque independente do tamanho ou forma.

Para definir como será a adega é necessário saber qual a relação das pessoas que vão residir no projeto com o vinho, isso influencia diretamente na disponibilidade de recursos e dimensionamento do espaço.

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Adega climatizada com vidro incolor temperado de 8mm

O vidro é um excelente material para fechamento de adegas porque permite expor o espaço e ao mesmo tempo isolá-lo, principalmente se a adega for climatizada.

Vou mostrar diversos tipos de adegas em vidro, desde salas até pequenos espaços que dão destaque aos vinhos com muito charme.

Salas de vinho:

Quase como um closet para vinhos, pode ter espaço para sentar e degustar as garrafas ou ser somente um espaço de armazenamento.

Abaixo a adega tem fixação dos vidros com perfil de alumínio fosco na parte superior e na parte inferior esse perfil está embutido no piso. O vidro é temperado de 10mm incolor, com porta de giro que permite uma melhor vedação dos vãos para que o ar gelado não escape.

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A sala abaixo tem porta de correr em vidro incolor temperado 10mm já que a adega não é climatizada, esse tipo de porta deixa um pequeno vão aberto entre a folha fixa e a que corre (de 1cm) por onde o ar pode escapar aumentando o consumo de energia para gelar a sala.

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O melhor tipo de porta, quando há climatização, é a que tenha o melhor sistema de vedação possível. Geralmente são as que tem caixilhos (esquadria) em volta, mas se quiser utilizar somente vidro, a porta pivotante (de girar) tem melhor vedação.

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Há diversas maneiras de fixar o vidro, pode ser com perfil aparente, com perfil embutido ou mesmo uma esquadria. Tudo vai depender do aspecto que você deseja e possibilidades que o projeto permite.

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O ideal é fazer com vidro incolor para que seja possível enxergar o que há dentro do espaço mas é possível utilizar outros vidros como verde, cinza, bronze e além de customizações como vidro adesivado e laminação colorida.

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Para que o aspecto seja o mais limpo possível evite fazer bandeira em cima da porta, assim ela acompanha os outros vidros com a mesma linguagem.

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Adegas tipo armário:

Adegas geralmente climatizadas que são como armários para vinho, cabem em projetos que não tem muito espaço disponível, mas ainda destaca bastante o espaço dedicado ao vinho.

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Eu gosto dessas soluções porque cabem em apartamentos que tenham uma sala ou cozinha espaçosa, ou mesmo um corredor espaçoso, podendo receber um armário para vinhos.

Essas imagens abaixo são de adegas tipo vitrine, onde todos os lados recebem vidros e podem ser utilizadas como divisão de ambientes.

Essas adegas também são feitas em vidro temperado incolor 10mm,  fixados na base e no topo. Se o pé direito fosse maior ou a largura do vidro maior, a espessura teria que ser maior para dar mais segurança.

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Além do vidro, a iluminação faz toda a diferença em um projeto de adega.

A imagem abaixo na direita, aproveitou um cantinho da cozinha para fazer a adega climatizada, o espaço é suficiente para as garrafas e para alguém entrar e sair.

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Essas duas adegas abaixo têm a mesma linguagem do ambiente em que elas estão e são separadas somente pelo vidro, é possível utilizar ferragens diferenciadas e tornar o projeto ainda mais exclusivo.

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Adegas para espaços reduzidos:

A gente sabe que os apartamentos vêm diminuindo de tamanho e fica difícil fazer uma adega sem perder muita área útil do apartamento. Mas essas idéias abaixo vão mostrar como é possível!

Uma idéia é fazer um cantinho onde uma peça de vidro segura as garrafas, basta que esse vidro seja temperado e com uma espessura suficiente para aguentar o peso – vai depender da altura e largura do vidro também. Esse vidro recebe furos redondos onde são encaixadas as bocas das garrafas, esse furo tem que ser um pouco maior que o diâmetro da boca da garrafa para dar certo. Outra coisa importante é a distância entre os furos, eles não podem ser muito próximos para não diminuir a resistência do vidro, e também não fica bonito muitas garrafas amontoadas.

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Essa adega abaixo tem a mesma idéia mas com um vidro acidato com iluminação no fundo para dar destaque ao painel de vidro.

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A adega abaixo nos permite ver o lado oposto dessa solução, mostrando bem como as garrafas ficam encaixadas no vidro.

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A solução a seguir também dá destaque ao vinho, sem ocupar muito espaço. É possível pensar em várias configurações para essa mesma idéia, tudo depende do espaço disponível. Se esse perfil que segura o vidro fosse embutido ficaria ainda mais bonito, e um vidro extra clear também faria muita diferença. Como são poucos pedaços de vidro temperado, é uma solução que ainda tem um custo-benefício excelente.

Esse vidro também poderia partir do piso até o teto, enfim a idéia pode ser adaptada para muitos projetos.
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Também podemos explorar os cantinhos para colocar os vinhos, como nas imagens abaixo. Na esquerda uma adega com um tamanho muito bom ocupa o canto do barzinho, e do outro uma adega que aproveita um nicho na parede com prateleiras em vidro temperadas, encaixadas na diagonal.

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E aí? Deu vontade de ter uma adega em casa? 

Casa Cor Rio 2015 e seus vidros!

A 25ª edição da Casa Cor Rio de Janeiro acontece até dia 04/10/2015 na Villa Aymoré, na Glória, em um conjunto de 10 casas, que faz parte da história da cidade.

A mostra conta com 42 ambientes com estilos supercontemporâneos, que misturam moradia e trabalho, com a participação de arquitetos como Lia Siqueira, André Piva, Gisele Taranto, Jairo de Sender, Marina Linhares entre outros.

O projeto da Gisele Taranto, o Lab LZ by GT chamou muito a minha atenção por usar no piso utilizando cacos de espelhos coberto por um vidro incolor.18-0-gisele-taranto-lab-lz-by-gt-2

O piso recebeu uma estrutura metálica preta que recebeu no topo vidro temperado e laminado incolor, no vão criado pela estrutura metálica muitos cacos de espelho foram distribuídos e o efeito foi surpreendente, o resultado desafia os sentidos já que parece que estamos pisando em cacos.

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O Living da Praia de Paola Ribeiro tem um recuo na parede azul para a bancada, revestido nas laterais por madeira e por um painel de espelho no fundo e na direita podemos ver a Tv escondida atras do painel.

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A Sala de Estar Bela Arte de Ricardo Melo e Rodrigo Passos também usa um painel de espelho bastante interessante, dividido em várias peças verticais.

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O “Apartamento do Jovem de 50 anos” de Caco Borges também utilizou o espelho como fundo da bancada da pia, ampliando o ambiente.
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Sala por Billy Talbot e Cecília Teixeira com fundo da bancada revestido em espelho, destacando a iluminação e ampliando o ambiente.

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Apesar dos muitos ambientes e de um ser mais interessante que o outro, esses foram os que chamaram minha atenção pelo uso do vidro!

Fotos retiradas do site da Casa Cor.

{ Vidro Low-e, ou baixo emissivo }

Existe vidro comum e existe vidro de proteção solar (falei sobre vidro de proteção solar aqui), dentro da família de vidros de proteção solar existe um tipo denominado Low-e.

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Low-e é abreviação de low emissivity, que, em português, significa “baixa emissividade”. A emissividade é a propriedade de transmitir o calor absorvido que os materiais possuem. É uma característica do vidro à qual pode ser atribuído um valor e quanto menor for a emissividade, menos calor o vidro deixa passar.

Então vidro baixo emissivo é um vidro que tem baixa transferência de temperatura entre o ambiente interno e o ambiente externo.

Como isso funciona?

O Sol emite três tipos de ondas: os raios UV, a luz visível e o infravermelho que é o calor que sentimos quando expostos à luz solar.

O vidro Low-e possui a capacidade de refletir a maior parte das ondas infravermelhas (calor) e também dos raios UV, porém permitindo a passagem da luz visível (que é somente luz). Os vidros de proteção solar sem Low-e reduzem também a passagem da luz visível.

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Além dessa característica o vidro Low-e, como todos os vidros, absorve uma quantidade desse calor irradiado pelo sol. E é aí que o ele se destaca, porque a transmissão desse calor absorvido é muito pequena. Na imagem abaixo é chamado de calor re-irradiado para o interior.

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O chamado Valor U é um valor numérico que mensura a emissividade do vidro, ou seja, sua capacidade de transferir calor por meio de condução. Quanto menor o Valor U, menos calor esse vidro transfere. Para fazer uma comparação um vidro comum tem emissividade de 0,89, enquanto em um low-e ela pode chegar a 0,03. Esse valor é utilizado para dimensionamento de uso do ar condicionado das edificações.

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Muita gente me questiona se esse vidro muito utilizado fora do Brasil, realmente funciona para o nosso clima. Em um país quente, o Low-e sem proteção solar provocaria um efeito estufa deixando o calor da radiação solar entrar e impediria que ele saísse por meio de condução, aumentando a temperatura do ambiente e forçando um aumento no uso do ar condicionado.

Aqui e em outros países quentes, o Low-e é utilizado em conjunto com uma camada de controle solar que tem como principal característica o bloqueio do calor emitido pelos raios do sol. Então esse vidro de proteção solar ganha um bônus com o Low-e: a baixa transferência térmica do exterior para o interior.

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Uma curiosidade:

Todas essas características se acentuam se o vidro for insulado (duplo). O vidro Low-e insulado é bastante utilizado na indústria de refrigeração, em geladeiras e freezers de supermercados por exemplo, já que o vidro se encaixa perfeitamente na necessidade de evitar a troca de temperatura mantendo a transparência do vidro.

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Van Gogh Museum – Amsterdã

O Museu Van Gogh em Amsterdã, um dos mais visitados na Holanda, recentemente inaugurou a nova entrada do seu popular anexo.

Geralmente quando pensamos em adição de volume à edifícios antigos, vemos um desafio em unir duas etapas sem descaracterizar a arquitetura existente. Mas o volume em vidro é uma solução que completa muitas obras com maestria, como nesse projeto que comparando o antes e depois, ficou muito mais interessante.

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Nesse corte esquemático abaixo, podemos ver que os dois edifícios são ligados pelo subsolo e era o único acesso ao anexo. Com a alteração, agora é possível acessar o anexo pelo piso térreo e todo o espaço agora ficou protegido da chuva e do frio.Perspective_SectionAbaixo podemos comparar uma foto de antes da ampliação, onde não havia acesso por esse piso e uma foto da ampliação terminada, onde agora há uma porta e uma escada de acesso ao piso inferior.

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(Foto da direita de Ronald Tilleman)

O edifício é de 1999 e a ampliação acaba de ficar pronta (Setembro 2015), ela foi necessária porque o museu recebe cada vez mais pessoas, e era preciso criar um outro acesso ao anexo, além de proteger o acesso existente das intempéries já que em Amsterdã há épocas de frio intenso.

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(Foto da direita de Ronald Tilleman)

Para a ampliação foi concebida uma redoma em vidro, que acompanha o design do edifício existente. A redoma tem estrutura metálica e a fixação dos vidro é do tipo pele de vidro com estrutura de apoio também em vidro.

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(Foto de Ronald Tilleman)

Na foto acima e abaixo dá pra ver bem a estrutura em vidro que apoia a estrutura metálica. O vidro, apesar de parecer um vidro incolor comum, é um vidro Low-e (baixo emissivo) e insulado (duplo).

Esse tipo de solução oferece alta transmissão luminosa – muita luz natural -, baixa reflexão externa – vidro sem efeito espelhado, semelhantes ao vidro incolor sem proteção – e baixos coeficientes de transmissão térmica – pouquíssima troca de calor entre os ambientes.

Para o clima do projeto esse é o vidro ideal, já que permite a passagem de muita luz natural, e reduzindo significativamente a troca de temperatura externas e internas do edifício.

A Holanda tem uma posição geográfica de menor incidência de luz solar do que o Brasil, por exemplo, e por isso consegue utilizar vidros não refletivos sem ofuscar (excesso de luz) a parte interna da obra.

E por ter grandes diferenças de temperaturas entre a parte externa e a parte interna no inverno, o vidro Low-e insulado garante que a perda do calor interno seja muito pequena, economizando energia com calefação. No verão as diferenças de temperatura são menores, mas o vidro também garante que não haja troca entre os ambientes.

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(Foto de Ronald Tilleman)

A escolha do vidro permitiu seguir o design do edifício existente sem descaracterizar a arquitetura, já que é possível ver a fachada antiga através do vidro.

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A cobertura de vidro é abaulada, para dar espaço ao volume que sai do prédio existente. Abaixo fotos da vista externa e da vista interna da forma que o vidro faz em relação ao edifício.

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A escada que permite esse novo acesso também chama atenção por ter a mesma linguagem da cobertura com estrutura metálica mas piso e guarda corpo em vidro.

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(Foto de Luuk Kramer)

Repare na leveza que ela transmite, principalmente se comparada com as escadas rolantes ao lado. O guarda corpo é fixado com botões (prolongadores) e o vidro é extra clear termo endurecido – lá eles utilizam uma técnica similar à tempera que usamos no Brasil, porém a técnica deixa o vidro 2 vezes mais resistente enquanto a tempera deixa 5 vezes mais resistente à quebras e troca de temperatura.

O piso da escada recebe duas laminações, as duas primeiras chapas de vidro são incolor comuns e a chapa do topo é de vidro extra clear, acidato  e termo endurecido. Isso garante que o vidro resista ao peso de várias pessoas circulando pela escada.

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(Fotos de Luuk Kramer e Ronald Tilleman)

O museu e a relação dele com a ampliação do anexo:

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(Foto de Ronald Tilleman)

Glas Italia, o design italiano…

Quando penso em tendências e design sempre penso na Italia, e com o vidro não é diferente. Milão recebe todos os anos a feira mais conceituada em design, o Salon del Mobile (Salão de móveis) e recebe também a Vitrum, uma feira voltada ao vidro, suas tendências e lançamentos, além de máquinas e equipamentos.

Um tempo atrás, pesquisando sobre o design e vidro eu encontrei a Glas Italia, uma empresa de Milão que conta com a colaboração de 35 designers para desenvolver suas linhas de objetos de decoração em vidro.

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Eles trabalham o vidro de todas as maneiras que trabalhamos com eles no fechamento de vãos, mas conseguem transformá-los em objetos de decoração com uso no dia-a-dia.

Aliás só falar sobre o escritório que abriga a marca já vale um post todo!

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O edifício tem uma fachada dupla, onde a fachada de fora é de estrutura metálica e perfis de vidro autoportantes (farei um post falando sobre eles em breve), corte dele abaixo: Screen Shot 2015-09-04 at 11.57.23 AM

A segunda fachada é toda em vidro laminado incolor e entre as duas há um jardim.

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O interior tem paredes e divisórias em vidro e muitos móveis da marca, todos em vidro:

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São milhares de peças que concebidas e produzidas pela Glas Italia, e me adira o bom gosto e a diversidade de objetos, bem como a estrutura e qualidade de acabamento.

Cada objeto é pensado nos mínimos detalhes para que tudo seja harmonioso e para mim são quase obras de arte.

Explorando um pouco mais dos objetos, que tal essas prateleiras em vidro pintado branco, ou esses nichos com vidro laminado com PVB colorido para organizar a casa?

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Abaixo uma mesa com vidros duplicados que dão muita personalidade e leveza ao ambiente. Ao lado a poltrona com estrutura em vidro incolor temperado 19mm, mas que com essas almofadas parece bastante confortável.

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Abaixo, essas caixas são temperadas e laminadas com PVB colorido, o vidro de trás é craquelado (quebrado mesmo, mas o PVB segura os cacos no lugar) e recebe iluminação por dentro. E ao lado a mesa de centro toda colada com cola UV que se assemelha muito à uma colméia, em vidro fumê.

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Abaixo o sofá da mesma coleção da poltrona acima, também todo em vidro temperado 19mm. E ao lado, um vidro que recebeu “meia” espelhação ficando com esse efeito de degradê e transparência – esse eu quero muiiiiiito.

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Em seguida essas poltronas, que desafiam a fragilidade do vidro. Em vidro temperado também de 19mm essas poltronas aparentam leveza e trazem muita modernidade às formas retas e simples.

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Esse banco em vidro de 19mm temperado e acidato abaixo também é um dos meus favoritos. Ao lado criados com efeito muito bonito criado pela laminação de dois vidros pintados, um laranja e um azul opaco.

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A estante e as prateleiras abaixo também já entraram pra minha lista de queridinhos, a estante é toda em vidro verde temperado 15mm e as prateleiras tem o fundo em espelho.

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Outra coisa que fico imaginando é um closet com várias peças dessa armário abaixo, imagina um do lado do outro em em cima uma prateleira única de madeira com iluminação para as roupas… as portas também podem ser em espelho.

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Eu adoro design e adoro vidro, já falei dessa marca antes aqui no blog e para mim essa fábrica de belezas em vidro está muito à frente de qualquer fábrica similiar.

[ Piscinas e vidro ]

Screen Shot 2015-09-03 at 9.25.06 AMEu sou suspeita, mas adoro visores de vidro em piscinas. Acho que eles trazem leveza e dão um “tchans” no projeto, e pelo jeito não sou só eu já que o uso de paredes de vidro em piscinas vêm aumentando e também surpreendendo pela criatividade.

Há diversas maneiras de incorporar o vidro à piscina, seja com um grande visor lateral, seja no fundo da piscina, seja como uma faixa no topo da piscina… Então vamos explorar um pouco mais esse assunto e saber como é esse vidro.

Visores laterais:

Eles podem estar em qualquer lateral da piscina e ter diversos tamanhos e formas.

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O visor pode ser um segmento da lateral da piscina ou a lateral completa, como as piscinas abaixo:

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Os visores também podes ser redondos ou curvados.

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Bordas em vidro:

A borda acontece quando a piscina é muito mais funda do que o vidro deixa ver, o vidro está só no topo da piscina.

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A imagem abaixo mostra o uso do vidro como borda infinita (quando o nível da água vai até o topo podendo transbordar) e em toda a extensão da borda. Gostei muito dessa idéia que traz leveza e faz a água parecer flutuar.

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Outro projeto que me encantou foi a dessa hidromassagem, com a mesma idéia da piscina anterior o vidro fica em toda a extensão da borda, com o nível da água até o topo.

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E essa piscina abaixo que recebeu iluminação de LED na base de instalação do vidro, que deu esse efeito muito legal para destacar a piscina à noite.

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Pisos de vidro:

Uma maneira muito legal de usar o visor é no piso da piscina, integrando os andares da edificação. O resultado é uma integração que gera sensação de bem estar e difunde a iluminação natural através da piscina chegando no andar inferior.

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A piscina acima na direita é de uma academia na Suiça e do andar inferior é possível ver a piscina independente do local que a pessoa esteja, imagina que sensação gostosa! E de quebra a cobertura da piscina é retrátil.

Abaixo uma imagem de um dos andares abaixo da piscina.

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A residência abaixo, Jellyfish House fica na Espanha e utilizou a piscina como cobertura da varanda, reduzindo a iluminação direta e protegendo a área ao mesmo tempo. A piscina é bem grande e é possível vê-la em outras partes do edifício.

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A cobertura abaixo fica no Rio de Janeiro e traz uma solução muito parecida com a de cima. Porém ao invés do fundo da piscina, o que recebeu vidro foi o fundo do “deck molhado” (espaço de pouca profundidade para tomar sol), difundindo iluminação natural.

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Visor tipo aquário: 

São visores em vidro que ficam na parede que divide a piscina e um ambiente da edificação, trazendo também a sensação de integração e iluminação natural.

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Mas seja qual for a maneira que te agrada, o projeto deve ser muito bem estudado e realizado por empresas especializadas que vão trabalhar em conjunto com a estrutura da piscina a melhor maneira de conceber e realizar a obra.

Quanto maior a quantidade de vidro desejada, mais complexa a solução para o projeto e por isso não se deve fazer com qualquer pessoa. É necessário garantir tanto a segurança dos usuários como a estanqueidade do conjunto.

O vidro precisa ser bastante resistente já que a pressão que a água exerce nele é grande, por isso o ideal é que além de ter maior espessura que vidros que usamos em janelas por exemplo, ele seja multi-laminado (mais de uma laminação) e temperado (garantindo maior resistência e que o vão não se abra em caso de ruptura).

Na imagem abaixo podemos ver um exemplo disso, vidro com duas laminações e de grande espessura, não é possível enxergar que o vidro é temperado, mas isso garante maior resistência ao conjunto.

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Sei que muita gente não gosta do vidro assim sem acabamento por cima, mas tudo depende do efeito final que você procura, abaixo uma das opções de acabamento.

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O aço inox que tem alta durabilidade e agrada a muitas pessoas, pode ser utilizado dobrado no topo do vidro escondendo as laminações dele.

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Para paredes de vidro muito extensas, com com uma grande pressão de água é necessário que haja uma estrutura reforçada para que o vidro tenha o apoio necessário. Na imagem acima há um pilar de apoio em aço inox que permitiu reduzir a espessura do vidro e utilizar peças menores .No exemplo abaixo temos as duas ciosas, uma grande extensão e muita água fazendo pressão.

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A chapa de vidro tradicional tem 3,21×2,20m ou 3,21×2,40m, se a dimensão da peça ultrapassa os 3,15m (a lapidação das peças tiram o comprimento) ela precisa ser dividida já que não é possível fazer maior que o tamanho da chapa.

Existem as chapas de vidro chamadas jumbo, que tem 3,21×6,00m de dimensão, porém utilizá-la em um projeto significa aumentar significativamente os custos, por isso se sua peça passar de 3,15m de extensão consulte com a empresa que fará o vidro sobre as soluções possíveis e os valores.

Até a próxima!

{ Cortina de vidro }

4Esse tipo de fechamento de fachada tem várias nomenclaturas: cortina de vidro, envidraçamento de sacadas, skin glass, e por aí vai.

Nomes à parte, o sistema é muito versátil e cada vez mais pessoas utilizam a solução para fechar suas varandas ou  mesmo espaços de lazer em casa. Além de prática, a cortina de vidro é de fácil manuseio e existem soluções com abertura e fechamento automático (nova no mercado).

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Por ser um sistema que corre em dois trilhos (superior e inferior) ele permite que 98% do vão fique livre quando aberto, proporcionando aberturas que nenhuma outra solução consegue.

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E quando fechado, o sistema interfere pouco na fachada. Por isso muitos condomínios aceitam essa solução mas não aceitam outros tipos de fechamento, que descaracterizam a arquitetura.

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Outra vantagem muito importante desse sistema é poder utilizá-lo em fachadas curvas e recortadas, coisa que outros sistemas não permitem. Com ele você consegue uma boa vedação mesmo com curvaturas.

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Além da variedade de vidros (incolor, extra clear, verde, fumê, com proteção solar…), há também uma variedade de cores para os alumínios do conjunto. Abaixo estão as cores padrão do sistema, mas também é possível anodizar em outras cores inclusive imitando madeira.

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Preto                Branco         Bronze 1001           Fosco          Bronze 1003        Natural

 Abaixo alguns exemplos do uso do sistema em casas, na área de lazer. Na foto da esquerda o acabamento do alumínio é o branco e no da direita o acabamento é marrom para combinar com a madeira. Nesses casos o ideal é tentar embutir ao máximo o trilho de baixo para não virar um obstáculo.

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A espessura do vidro sempre está relacionada com a dimensão dele, e nesse caso também tem relação com a força que o vento vai exercer nele, mas o vidro deve ser temperado com no mínimo 8mm de espessura. Ele não precisa ser laminado (conforme normas) porque em sacadas ele fica atrás do guarda corpo existente, mas seria bom que fosse evitando acidentes em caso de quebra.

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Desde janeiro do ano passado (2014) já está em vigor a norma que baliza as cortinas de vidro em relação a resistência ao manuseio, suportar as pressões de vento, uso obrigatório de vidros de segurança (laminado ou temperado), enfim tudo o que diz respeito à segurança e ao desempenho. E com isso foi possível notar que muitos fabricantes conseguiram melhorar seus produtos e até a tecnologia de seus fechamentos, inclusive automatizando o sistema.

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Mas é importante sempre buscar soluções de empresas idôneas, e que garantam tanto o sistema como a instalação do mesmo. Sei que há muitas empresas no mercado, então uma dica é pedir indicação para algum vizinho ou amigo que colocou e está satisfeito.

Espero ter tirado algumas dúvidas, até a próxima.

{ Janelas para a alma… }

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Este projeto situado em Clerkenwell – Londres, foi batizado de “Windows for the soul” (janelas para a alma) porque a reforma do antigo celeiro recebeu muito vidro nas fachas, teto e piso! O arquiteto manteve muito da antiga estrutura e contrapôs o novo e o antigo, onde paredes de tijolos se misturam com paredes e tetos de vidro.

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A escada tem em sua volta no andar superior vidro laminado temperado 8mm, preso por botões. Em cima do guarda corpo na parte oposta à descida da escada, foi colocado um vidro que serve como bancada.

O telhado em vidro também é laminado incolor porém tem 12mm, ele é fixo, e junto com os janelões de vidro laminado (de acordo com as normas técnicas) trazem luz e integração em abundância para essa cozinha.

O piso em frente à escada também é em vidro laminado e temperado incolor de 12mm, e permite que toda essa iluminação seja projetada no andar de baixo e aproveitada pela biblioteca.

Na imagem abaixo podemos observar como a escada e o piso de vidro do pavimento superior trazem iluminação natural para a biblioteca.

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Nas escadas ao invés de um guarda corpo de meia altura, foram utilizados dois painéis de vidro que vão do piso ao teto e fazem a proteção do vão.

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A biblioteca também tem um piso de vidro por onde a luz da janela passa para iluminar o andar inferior. Nessa situação o vidro também precisa ser laminado de acordo com a NBR, a espessura sempre varia de acordo com a dimensão do vidro.

Oposta à cozinha, a sala de estar manteve a parede antiga mas com muito vidro para aproveitar a iluminação.

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Abaixo a esquadria em aço escovado contrasta com os tijolos aparentes. A esquadria permite uma grande abertura do vão que integra a sala com o espaço de convívio externo. Nessa esquadria o vidro pode ser temperado que resiste mais que o vidro comum à pancadas acidentais. (Portas de vidro)

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Os banheiros da casa também se destacam por utilizar muito espelho, com espelhos em paredes opostas que criam a constante repetição do espaço. Até mesmo as paredes do chuveiro são revestidas por espelhos.

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No banheiro abaixo até mesmo teto é revestido por espelho, como essa residência é para aluguel de temporada, gostei muito da idéia. Pode ser cansativo para o dia-a-dia, mas muito legal para alugar por uma semana!

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O quarto abaixo fica ao lado da biblioteca e mostra como o piso de vidro fica sempre perto das janelas para que a luz desse pavimento chegue até o pavimento de baixo. Essa solução além de muito legal, ajuda a difundir luz natural e economiza em luz artificial!

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Essa casa parece ser uma delícia para aproveitar um temporada em Londres, não acham?

Fotos por One Fine Stay.